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06/08/2010

Buenos Aires - dia 16

06/setembro

21h20

Realmente ficamos bêbados ontem. Depois que saímos do bar, fomos procurar o que comer. Acabamos em um restaurante típico argentino que, obviamente, não recordo o nome. O TO+ pediu três empanadas e eu pedi mais berinjela. Só que não tinha berinjela e fiquei triste (foto ao lado). Pedi a salada que mais me apeteceu no cardápio - e aí que entre o problema da diferença da língua. A salada era de macarrão fusili integral. 1) eu não gosto dessas saladas com macarrão. 2) nunca pedi uma num restaurante. 3) queria algo mais leve. Resultado: quase nem comi, e dei metade do macarrão para o Thominho. Voltamos para o hostel, tomamos Naldecon Noite e dormimos como pedras.

Na manhã de hoje (domingo), tomamos café no hostel, arrumamos nossas bagagens e saímos do quarto. Fomos ao supermercado comprar vinhos e voltamos ao hostel. Ficamos fazendo hora até chegar o almoço. Queria ir novamente ao La Cabrera. Dessa vez, pedimos ojo de bife, salada caprese e um vinho Nieto Sarnentier (foto acima, nunca vou esquecer essa carne. Na foto abaixo, a salada fantástica...) Gastamos 155 pesos e comemos como reis. Demos uns rolês na feita da Plaza Serrano, que tem roupas, artesanatos e acessórios de todos os tipos. Há lojinhas também, com roupas estilosas e baratas. Mas como eu já estava falida, não ousei comprar.



Depois de andar um montão atrás de um café Havanna para comprar alfajores de presente, descobrimos que não há um em Palermo, pelo menos na região em que estávamos. Muito foda, porque já estávamos cansadaços, tudo doía. Andamos mais de um quilômetro e encontramos o tal. Voltamos para o hostel e o táxi já nos esperava. No aeroporto, muita fila para tudo, ainda bem que chegamos cedo. Mas foi bem duro ver que tinha Havanna lá (é óbvio que tinha! E a gente camelou tanto para achar...). Fiz comprinhas no free shop e tomamos três garrafas de Quilmes de 500 ml (foto acima). Encontramos os senhore que estiveram conosco no passeio às bodegas de Mendoza - um argentino e um cubano, cujas mulheres estavam se refestelando no free shop.

Bom, espero que não abram a minha mala porque tem doce de leite e azeite!

Ah, dica boa: cada pessoa pode trazer 4 garrafas de vinho na bagagem de mão.

Para variar, o voo está atrasadíssimo. O comandante disse que sairíamos às 22h, e o voo era às 21h15. Vamos ver...


(fotos da feira de Palermo)


(dog shoes)


(anteojos)

26/07/2010

Buenos Aires - dia 15

05/setembro

14h

Chegamos bem a Buenos Aires e fomos para o hostel. Lá, deixamos as malas porque não tinha dado 12h, a hora do check in. Fomos para o Buenos Aires Design, na Recoleta, comprar presentes. Estamos bem cansados - queríamos fazer um conversote no parque, mas não vai rolar. Além disso, eu e o Thomi estamos meio gripados, deve ser do vento gelado e da neve.

Estamos em um hostel no coração de Palermo Soho, super bem localizado, mas meio tosco. Não conseguimos quarto com cama de casal nem banheiro. Nem toalha tem - custa 5 pesos. Mas é um lugar bacana, apesar do vasamento no banheiro.

Fomos comer no Bar 6, na rua Armenia. Pedimos o menu fechado. De entrada, uma berinjela caprese deliciosa. Meu prato principal foi merluza, e do Thomaz, nhoque. Vem uma taça de vinho ou outra bebida - o vinho vem na famosa jarra em forma de pinguim. A comida estava muito boa, a merluza veio com uma cobertura crocante de milho. Depois, fomos dormir. Descansar é preciso.

21h45

Estamos num bar na Plaza Serrano (Cronico Bar) e tem um monte de brasileiro assistindo ao jogo contra a Argentina. Está 2 x 0 para o Brasil. É incrível como o bar segura a entrada das pessoas para não ficar lotado demais (no Brasil, ia ficar amarrotado de gente). Foi um gol do Luisão e outro do Luís Fabiano. Estamos tomando Stella Artois de 1 litro (20 pesos) com amendoim na casca - muito roots!!!

Conhecemos pessoas do Recife que moram aqui em BsAs. Queremos lo mismo!

23h35

O jogo acabou em 3 x 1 para o Brasil, mais um gol o Luís Fabiano. O bar deu uma esvaziada depois do jogo, nós tomamos 5 litros de cerveja e quedamos borrachos! Yo y Thomito hacemos un pacto para hablar somente en español hasta el fin de viaje. El está comiendo los amendoins, el fue abduzido por ellos. Yo no sé escribir... ahahaha

14/09/2009

Buenos Aires - dia 6

27/agosto

17h05

Hoje fez mais calor que o verão de São Paulo! Tá bom, nem tanto, mas está muito quente. O Thomaz tomou café com tostado mixto. Muito bom o sanduíche, num pão fininho, de miga, e recheio na quantidade certa. Pegamos o ônibus 152 em direção ao Caminito - descemos na garagem da viação. Estávamos a duas quadras de nosso destino. É uma região muito pobre, abandonada e com muitos cortiços.

O Caminito é como o pelourinho: bonito, colorido, cheio de lojinhas de lembrancinhas e com muita gente abordando os turistas para comerem no restaurante X ou Y. Mais ou menos como na Calle Florida, mas sem as lojas de couro. Compramos algumas coisas e fugimos das pessoas que assediavam os turistas. Eles também cobravam para tirar fotos com dançarinos de tango e com um sósia do Maradona. Fomos à La Bombonera, mas não fizemos o tour dentro do estádio porque o chato do TO+ não gosta de futebol, apesar de alegar que torce para o Curíntia.

Partimos em direção a um restaurante muito antigo e numa região abandonada do antigo porto, El Obrero (e tem este outro link aqui). Eu pedi meia porção de rabas (anéis de lula, na foto) gigantes que foram as mais tenras e carnudas que já comi ever! (por apenas 9 reais) O Thominho foi de peixe ao molho de roquefort e batatas cozidas. Não sabíamos, mas o prato dava para dois e custa só 13 reais. Resultado: comemos pra cacete, de novo. O peixe chama algo como Boroton, Brejon, Boro-alguma-coisa, bem branquinho e de filet alto. Hum! A conta: 21,50 para cada, com 2 Quilmes de 650 ml.

Voltamos para o nosso pagamento de promessa diário (andar como uns camelos para conhecer a cidade) só que debaixo de um sol desértico! E as árvores que poderiam abrandar o calor estão todas secas, como no resto da cidade. A região do restaurante também não contribui muito para fazer do caminho um passeio prazeroso.

Queríamos visitar o Museo de Arte Moderno. Para chegar até lá, subimos uma das únicas ladeiras de Buenos Aires - e era só uma quadra de subida (ladeira para os padrões porteños, não para os paulistanos). Depois de camelar muito e passar tanto calor, foi frustrante ver que o museu estava fechado para reforma. Já estávamos em San Telmo.

Foi reconfortante ver que a linha 29 passava por lá. É uma linha de ônibus que passa por todos os lugares, de Olivos até a Boca, ziguezagueando pelo centro. Enfim, passa em Palermo e lá fomos comprar sabonetes para levar de lembrança, e para nós também. Gastamos 108 pesos em sabonete - nunca havia gastado tanto com isso! É uma lojinha tradicional, bem simples, num lugar onde tudo é descolado/chique, chamada Sabater Hermanos (na foto). Nosso dinheiro acabou e fomos para a Plaza Cortazar, tomar 1,5 litro de cerveza Quilmes e descansar. Fomos abordados por inúmeros vendedores e pedintes. A diferença em relação ao Brasil é que não entendíamos uma só frase do que diziam.

Abaixo, outras fotos do Caminito e da Plaza Cortazar



11/09/2009

Buenos Aires - dia 5

26/agosto

16h30

Ontem à noite fomos ao show do Narcotango na Florida, um grupo muito bom. O lugar estava cheio de gente, de todas as idades. Foi engraçado ver os velhinhos dançando eletrotango. Muito legal! É como se os velhinhos daqui dançassem D2, em busca da batida perfeita... Para jantar, seguimos a dica do Chicabelo: restaurante Reyes, na Av. Santa Fé. O Thominho comeu bife de chorizo con calabaza grilladas (abóbora grelhada) e eu fui de matambrito de cerdo (lombo de porco) con salsa crema y papas. Tudo muito gostoso - o Thomaz ainda comeu metade do meu cerdo... :) O melhor: a conta ficou 100 pesos, com um malbec San Rafael e o couvert - pãezinhos quentinhos e um patê de fígado delicioso que o Thomi rejeitou.

Voltamos a pé para o hostel, num caminho de uns 2,5 quilômetros, em nossa promessa diária de andar como uns camelos.

***

Hoje tomamos um cafezão reforçado para só jantar. Fomos a um café muito gostoso na Santa Fé ao lado do Jardim Botânico, que visitamos depois. Do outro lado da rua, adentramos o Jardín Zoológico, que tem alguns animais soltos e curiosos, que vêm "conversar" com o visitante (foto). Foi muito divertido. Mas bicho preso é sempre deprê. De qualquer maneira, vimos urso polar, panda vermelho, hipopótamo pigmeu, cabras, puma e pinguins (ounnn!), pouco usuais nos zoos do Brasil. Também visitamos o museu Eva Perón, bonito, instalado em um casarão antigo, que era a matriz da Fundação Eva Perón e acolhia pessoas carentes. Muito legal a história dessa mulher (eu tinha um bode violento por causa do filme da Madonna, mas agora passou).

O dia foi bem verde: conhecemos o Jardín Japonés, que é absurdamente lindo e transmite uma paz deliciosa (na foto, uma carpa tomando ar). Tentamos o Planetario, mas já estava fechado quando chegamos, no fim da tarde. De lá, seguimos a dica da Jordi e fomos ao Hipodromo de Palermo. Para isso, atravessamos um parque maravilhoso, com lago, roseiral, aluguel de bikes, muita gente patinando e descansando sob as árvores.

O Hipodromo é imenso, dá umas duas vezes o de São Paulo. Queríamos sentar para beber algo, ou assistir a uma corrida. Mas não rolou. Acabamos no cassino (na verdade, só de caça-níquel) e tomamos umas Quilmes chicas. O cassino é gigante e só tem idosos que não veem a luz do sol. Bizarro! Fora que se ficar muito tempo lá dentro é capaz de dar um ataque de epilepsia. Perdi 4 pesos no jogo (foto).

Voltamos de ônibus, o TO+ comprou umas empanadas para matar a fome até o jantar, que seria umas 21h. Descansamos e saímos. O restaurante, La Cabrera, fica em Palermo Viejo. O primeiro em que fomos estava lotado; o bom é que tem uma filial a meia quadra do anterior, muito cheio, mas com uma mesinha para nós. O lugar só tinha estrangeiro e pensamos se tratar de um típico "pega-turista". Ainda bem que nos enganamos. A carne - ojo de bife com roquefort e mil acompanhamentos - saiu por 59 pesos, deu e sobrou (eram 700g de carne).

A carne estava divina, macia, e os acompanhamentos também. Eram pequenas porções de tomate cereja, champignons temperados, funghi, ervilha ao molho, purê de batata e de maçã, maçã cozida, batata com maionese, azeitonas, palmito ao molho ranch, alhos confitados e outras delícias (a foto não ajuda, mas estava tudo divino!). O vinho até que ficou caro: 58 pesos um syrah Septima. Caro se comparado a outros restaurantes. Mas o jantar saiu 140 pesos, ou 70 reais, para dois. Com direito a faca especial para carne (na foto, a decoração do resto). De volta ao hostel, estava passando Adeus, Lenin na TV. Lindo!

08/09/2009

Buenos Aires - dia 2

23/agosto

12h

Ontem à noite fomos a um bar de jazz super gostoso, Thelonious Club, de música ao vivo. Era quase meia-noite e a fila, imensa. Pensei que não fôssemos entrar. Mas quando a banda fez uma pausa, o bar esvaziou e todo mundo que estava aguardando lotou o lugar novamente. Curioso. Quando voltamos, os jovens do hostel estavam fazendo um esquenta que durou até 3h da manhã! Se fosse eu, desistia de sair... ehehe

Hoje decidimos fazer um passeio a pé: ir de Palermo até a feira de San Telmo, pelas avenidas Santa Fé e 9 de Julio, ruas Florida e Defensa (detalhe no que está escrito no asfalto na foto). Paramos no meio do caminho para comer medialuna (croissant) e tomar café. Muy rico! Detalhe: os croissants aqui são doces, mesmo os recheados de presunto e queijo. O café é servido com água - com ou sem gás - em todos os lugares e muitos também dão um copinho de suco de laranja. Havia um homem no café que colocou uma camiseta no cachorro de estimação. Camiseta! Passamos pelo Obelisco, Calle Florida, Plaza de Mayo - Casa Rosada, e um sem fim de prédios antigos e lindos.


21h (no restaurante Cornileone)

Andamos umas 5h seguidas, a cidade é toda plana e o tempo passa rápido. Meus pés pediram socorro, minhas costas faziam questão de avisar que existiam. Enfim, cansaço total; mas valeu a pena.

Chegamos a San Telmo sem saber direito para onde estávamos indo. A feira é sensacional, com muitos artistas de rua, artesãos realmente originais, pessoas vendendo sanduíche de bife à milanesa e loucos de todos os tipos. Achamos incríveis os bonecos de um casal gordinho dançando tango, à la Botero (depois vimos os mesmo bonecos em vários lugares). Compramos um trapezista de papel marché super delicado, para pendurar no teto da sala. O restaurante em que almoçamos, Vintage Bar, era mais bonito do que bom. Mas barato.

O Mercado de San Telmo é um show à parte - assim como todo o bairro, só tem quinquilharia e coisas antigas, mas incrivelmente interessantes. Obviamente, trombamos com um monte de senhoras perfumadas. Lá também vende legumes, verduras, cosméticos, roupas, luvas, artigos em lã... Eu queria comprar tudo o que via, principalmente óculos vermelhos de todos os tipos, mas o Thomaz me desestimulou.

Tomamos um café delicioso no Havanna, que também tem doces do todos os tipos. Só de olhar engorda. É tudo lindo e gostoso nesse café. Aliás, é impressionante como em Buenos Aires tem confeitarias e padarias que vendem quase que exclusivamente doces, tortas e facturas (doces folhados e recheados). Muito doce gigante de encher os olhos. (na foto, o Mercado de San Telmo e os óculos)

Um programa no mínimo bizarro para fazer em San Telmo é visitar o Museu Penintenciário, na Humberto Primo. Que lugar macabro! Havia bonecos tipo manequins representando a polícia (quase sempre bravos) e detentos (sempre infelizes). Os bonecos mais horrorosos que já vi na vida, muito feios. Tinha representação de como eram as celas, enfermarias, boticas, armas, roupas, algemas (daquelas imensas, para pés e mãos) etc, etc.

Enfim, fomos embora. Eu, mais que o Thomaz, estava podre. Pegamos o metrô lá na 9 de Julio para voltar o hostel - parecia a locação de um Blade Runner latino. Sujo, velho, mofado e cheio. Os trens passam de 8 a 12 minutos, é um baita intervalo.

Depois de caminharmos tanto, certamente mais de cinco quilômetros, concluímos que a cidade é linda! Mas com muitos lugares sujos, do caixa eletrônico às ruelas próximas à Plaza de Mayo em direção a San Telmo. Uma pena. "Parece Europa", mas tem pobreza - como qualquer cidade latinoamericana. No balanço geral, adoramos cada quadra por onde passamos. Ao contrário do Brasil, pouquíssimos mendigos e pedintes.

Também vimos muitos cachorros andando com seus respectivos donos pelas ruas. E, pasme: um dálmata dentro do metrô. Como no Brasil, esses passeios na rua acabam deixando muito cocô na calçada.

O dia estava lindo, o passeio, maravilhoso. E nem escutamos tanto português assim. Voltamos para o hostel e eu fui tomar um ar na varanda. Vi um maluco levando o gato para passear. Juro! O gato! Na verdade, o gato estava sendo arrastado, coitado... (na foto, um mini carro parado no farol da 9 de Julio)

Jantamos no restaurante Cornileone (algo parecido com Corleone), em Palermo, próximo ao hostel - que fica numa parte mais sossegada do bairro, e não no burburinho de Palermo Soho e Palermo Hollywood. Eu pedi uma tilápia e o Thomaz foi de lomo ao molho de pimentas verdes - muito suave e delicado. Tudo muito delicioso!

07/09/2009

Buenos Aires - dia 1

22/agosto

11h30

O voo atrasou 40 minutos e a mocinha da Gol disse que foi por conta do "tráfico" aéreo. O Thomi foi barrado no raio-x porque levava um shampoo na bagagem de mão: o problema é que o frasco tinha mais de 100 ml (será que estão fazendo tráfico aéreo de shampoos? Ou de potinhos transparentes de 100 ml? Ou ainda, de nitroglicerina? 100 ml de nitroglicerina explode um avião?). Explico: não pode embarcar no avião com líquidos nem objetos cortantes ou perfurantes: alicates, canivetes, pinça, facas...

Será que vão servir barrinha de cereal? Estou morrendo de fome!!

***

Antes de decolarmos, a aeromoça passou no corredor com um spray fedido para matar os H1N1 do ar viciado do avião. Pobres influenzas.

***

A "refeição" foi sanduíche de tomate, manjericão e mussarela de búfala. Uma delícia, não fosse o pão massento e ressecado que roubou todo o frescor do recheio.


15h30 (em Buenos Aires)

O aeroporto de Ezeiza avisa para não pegar táxi na porta, mas contratar o serviço nos quiosques dentro do aeroporto. Mas o taxista que nos abordou foi tão gentil conosco... maior roubada. Primeiro ele não sabia onde tinha estacionado o carro. Depois, o veículo estava caindo aos pedaços. Para sair, empacamos na cancela da segurança porque ele não tinha o cartão de saída. Muito azar. Pegamos nossas malas e descemos do carro - ele ficou puto, é claro. Voltamos a pé até o terminal para pegar outro táxi, agora, oficial. Ficou 98 pesos até o bairro de Palermo. (na foto, a gente já no hostel)

Tudo certo com o transporte, abrimos o chocolate que havia comprado no free shop. O Thomaz gentilmente ofereceu ao motorista, que recusou, dizendo que iria sujar o estofado do carro. Ops...

Depois ele foi legal. Disse que se conhecêssemos uma brasileira solteira, iria para o Brasil (?!?!?!). Contou que no dia anterior havia conversado com uma mineira pelo MSN, que deu um perdido depois de vê-lo na webcam. Ah, ele também deu muitas dicas de como não ser enganado pelos motoristas de táxi (que trocam notas altas de peso por outras falsas) e pelos mostazeros - meninos que batem carteira e desviam a atenção da vítima derrubando mostarda (mostaza) em sua roupa. Por isso o nome "mostazero". Não vimos nada disso na cidade.


17h15

Chegamos ao hostel (Casa Buenos Aires), um simpático sobrado com quintalzinho em Palermo. Demos um passeio pelo bairro, fomos à Plaza Palermo Viejo, onde tem muitos pais com filhos pequenos e até um carroussel à moda antiga. Almoçamos no Caldén Del Soho e fomos recebidos por um garçom muito simpático e paciente com nosso portunhol. De entrada, comemos uma provoleta recheada de tomate seco e cogumelos, acompanhada de rúcula, que, de pronto, satisfez a fome do Thomaz, que costuma ser enorme. Como entrada, dava para seis pessoas. Tomamos um malbec da Patagônia, Newen, que no aeroporto de Congonhas custa 33 reais. Aqui, é 34 pesos (17 reais).